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	<title>Conab Archives - Portal da Cidade Marilia</title>
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	<description>Portal de notícias de Marília e região. Acompanhe política, polícia, esportes, empregos e tudo que acontece na cidade.</description>
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	<title>Conab Archives - Portal da Cidade Marilia</title>
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	<item>
		<title>Safra de trigo deve cair 23,5% em 2026 e pressiona preços da farinha, importações e indústria de alimentos</title>
		<link>https://portaldacidademarilia.com.br/safra-de-trigo-deve-cair-235-em-2026-e-pressiona-precos-da-farinha-importacoes-e-industria-de-alimentos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Airton/Ratinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2026 13:34:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Abitrigo]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Farinha De Trigo]]></category>
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		<category><![CDATA[Indústria De Alimentos]]></category>
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		<category><![CDATA[Safra 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Trigo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Menor área cultivada no Sul, custos de frete internacional e desvalorização do farelo elevam a pressão sobre moinhos, padarias e fabricantes de derivados. Por Portal do Agronegócio &#8211; Publicado em 06/08/2026 às 10:30 A estimativa de uma forte retração na safra brasileira de trigo em 2026 acendeu o sinal de alerta no setor agroindustrial de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="5">Menor área cultivada no Sul, custos de frete internacional e desvalorização do farelo elevam a pressão sobre moinhos, padarias e fabricantes de derivados.</p>
<p data-path-to-node="7"><b data-path-to-node="7" data-index-in-node="0">Por Portal do Agronegócio &#8211; Publicado em 06/08/2026 às 10:30</b></p>
<p data-path-to-node="9">A estimativa de uma forte retração na safra brasileira de trigo em 2026 acendeu o sinal de alerta no setor agroindustrial de alimentos. A soma de menor oferta interna, problemas climáticos no Sul do país e maior necessidade de compras no exterior tende a pressionar os custos das indústrias moageiras e repassar aumentos para produtos como pães, massas, biscoitos e bolos.</p>
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<p data-path-to-node="10">A Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) acompanha a conjuntura e destaca a complexidade logística para assegurar o suprimento diante das oscilações geopolíticas e do clima.</p>
<h3 data-path-to-node="11"><b data-path-to-node="11" data-index-in-node="0">Quebra na safra nacional e aumento das importações</b></h3>
<p data-path-to-node="12">Segundo dados projetados pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a colheita nacional de trigo em 2026 registrará um recuo de 23,5% em relação ao ciclo anterior.</p>
<p data-path-to-node="13">A redução da área plantada somou-se às chuvas excessivas durante o desenvolvimento do cereal no Rio Grande do Sul — principal polo produtor da cultura no país —, prejudicando a produtividade por hectare e a qualidade tecnológica dos grãos comercializáveis.</p>
<p data-path-to-node="14">Para suprir o consumo doméstico, a Conab estima que o país terá de importar cerca de 1,9 milhão de toneladas adicionais do cereal no ciclo de 2027, ampliando a dependência do mercado fornecedor sul-americano, sobretudo da Argentina.</p>
<h3 data-path-to-node="15"><b data-path-to-node="15" data-index-in-node="0">Incertezas internacionais e perda de valor do farelo</b></h3>
<p data-path-to-node="16">De acordo com o presidente-executivo da Abitrigo, Rubens Barbosa, a necessidade de ampliação das importações ocorre em um ambiente externo de preços elevados. A manutenção dos conflitos no Leste Europeu (Rússia e Ucrânia) e no Oriente Médio encareceu fretes marítimos, seguros de transporte, combustíveis e insumos agrícolas.</p>
<p data-path-to-node="17">Paralelamente, a indústria de moagem enfrenta a desvalorização do farelo de trigo. Com a queda de preço do milho — seu principal concorrente na nutrição animal —, o coproduto perdeu rentabilidade, reduzindo a margem dos moinhos e transferindo a pressão financeira para o preço final da farinha.</p>
<h3 data-path-to-node="18"><b data-path-to-node="18" data-index-in-node="0">Segurança alimentar garantida</b></h3>
<p data-path-to-node="19">Apesar da vulnerabilidade cambial e de custos, a Abitrigo descarta o risco de escassez da matéria-prima no mercado interno. A entidade reforça que os moinhos atuam com contratos antecipados, gestão de risco e diversificação de fornecedores globais para garantir o abastecimento contínuo do mercado consumidor nacional.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agronegócio brasileiro bate recorde de safra mesmo diante de aperto de crédito e inadimplência</title>
		<link>https://portaldacidademarilia.com.br/agronegocio-brasileiro-bate-recorde-de-safra-mesmo-diante-de-aperto-de-credito-e-inadimplencia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Airton/Ratinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 12:19:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Commodities]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Inadimplência Rural]]></category>
		<category><![CDATA[KPMG]]></category>
		<category><![CDATA[Recuperação Judicial]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo enfrentando margens pressionadas, alta na inadimplência e salto nos pedidos de recuperação judicial, setor projeta nova safra recorde de 353,3 milhões de toneladas de grãos Por Francisco Clemente — Publicado em 03/08/2026 09:18  O agronegócio brasileiro atravessa um momento marcado pelo contraste entre a alta eficiência produtiva e um ambiente financeiro desafiador. Culturas estratégicas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="6">Mesmo enfrentando margens pressionadas, alta na inadimplência e salto nos pedidos de recuperação judicial, setor projeta nova safra recorde de 353,3 milhões de toneladas de grãos</p>
<p data-path-to-node="7"><b data-path-to-node="7" data-index-in-node="0">Por Francisco Clemente — Publicado em 03/08/2026 09:18 </b></p>
<p data-path-to-node="7">O agronegócio brasileiro atravessa um momento marcado pelo contraste entre a alta eficiência produtiva e um ambiente financeiro desafiador. Culturas estratégicas da balança comercial, como soja, milho e algodão, enfrentam preços pressionados no mercado internacional e margens de lucro mais reduzidas, impactando sobretudo os produtores que buscaram expansão acelerada por meio de alavancagem nos últimos anos.</p>
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<p data-path-to-node="9">Segundo dados do Índice de Recuperação Judicial do Agronegócio (Serasa Experian), o setor registrou <b data-path-to-node="9" data-index-in-node="100">628 pedidos de recuperação judicial</b> no terceiro trimestre do ano passado — o maior volume da série histórica iniciada em 2021 —, o que representa um salto de <b data-path-to-node="9" data-index-in-node="258">147,2%</b> em relação aos 254 pedidos computados no mesmo período de 2024.</p>
<p data-path-to-node="10">Em paralelo, a inadimplência entre produtores pessoas físicas avançou para <b data-path-to-node="10" data-index-in-node="75">8,3%</b> no terceiro trimestre de 2025, contra <b data-path-to-node="10" data-index-in-node="118">7,4%</b> registrados no mesmo intervalo do ano anterior, refletindo o encarecimento do crédito e o rigor de bancos e instituições financeiras.</p>
<h3 data-path-to-node="12">Soluções consensuais e busca por transparência</h3>
<p data-path-to-node="13">Especialistas do setor apontam que a recuperação judicial nem sempre figura como a alternativa mais adequada para lidar com o endividamento no campo. O momento atual tem demandado renegociações diretas entre credores e devedores para evitar desgastes operacionais.</p>
<p data-path-to-node="14">Embora o crédito tenha se tornado mais rigoroso, as instituições financeiras mantêm a disposição para negociar com produtores que apresentam governança estruturada, prestação de contas transparente e planos sólidos de eficiência operacional.</p>
<h3 data-path-to-node="16">Indicadores do Setor e Projeção da Safra</h3>
<table data-path-to-node="17">
<thead>
<tr>
<td><strong>Indicador</strong></td>
<td><strong>Dados / Projeção</strong></td>
<td><strong>Comparativo / Impacto</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><span data-path-to-node="17,1,0,0"><b data-path-to-node="17,1,0,0" data-index-in-node="0">Safra 2025/2026 (Conab)</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="17,1,1,0"><b data-path-to-node="17,1,1,0" data-index-in-node="0">353,37 milhões de toneladas</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="17,1,2,0">Alta de <b data-path-to-node="17,1,2,0" data-index-in-node="8">0,40%</b> (Novo recorde histórico)</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="17,2,0,0"><b data-path-to-node="17,2,0,0" data-index-in-node="0">Área Plantada</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="17,2,1,0"><b data-path-to-node="17,2,1,0" data-index-in-node="0">83,25 milhões de hectares</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="17,2,2,0">Crescimento de <b data-path-to-node="17,2,2,0" data-index-in-node="15">1,90%</b></span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="17,3,0,0"><b data-path-to-node="17,3,0,0" data-index-in-node="0">Produtividade Média</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="17,3,1,0"><b data-path-to-node="17,3,1,0" data-index-in-node="0">4.244 kg/ha</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="17,3,2,0">Manutenção da eficiência operacional</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="17,4,0,0"><b data-path-to-node="17,4,0,0" data-index-in-node="0">Pedidos de RJ (3º Tri/25)</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="17,4,1,0"><b data-path-to-node="17,4,1,0" data-index-in-node="0">628 processos</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="17,4,2,0">Alta de <b data-path-to-node="17,4,2,0" data-index-in-node="8">147,2%</b> frente ao 3º Tri/24</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span data-path-to-node="17,5,0,0"><b data-path-to-node="17,5,0,0" data-index-in-node="0">Inadimplência PF no Campo</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="17,5,1,0"><b data-path-to-node="17,5,1,0" data-index-in-node="0">8,3%</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="17,5,2,0">Elevação de <b data-path-to-node="17,5,2,0" data-index-in-node="12">0,9 p.p.</b> em um ano</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3 data-path-to-node="19">Eficiência no campo e avanço do etanol de milho</h3>
<p data-path-to-node="20">Apesar das pressões de custos, as estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (<b data-path-to-node="20" data-index-in-node="86">Conab</b>) apontam para um novo recorde na produção nacional de grãos. No campo, a resposta à crise tem sido a otimização de orçamentos e a busca por insumos com melhor relação custo-benefício.</p>
<p data-path-to-node="21">A cultura da soja mantém boas perspectivas de rendimento, enquanto a cadeia do algodão passa por um ajuste de área plantada concentrado em propriedades de alta eficiência. No caso do milho, a expansão das usinas de etanol tem desempenhado papel fundamental para absorver a oferta interna e sustentar os preços do cereal.</p>
<blockquote data-path-to-node="22">
<h4 data-path-to-node="22,0"><i data-path-to-node="22,0" data-index-in-node="0">&#8220;A percepção geral é de que os preços das commodities tendem a permanecer pressionados, salvo algum evento disruptivo no cenário global. Mesmo diante desse cenário de reestruturação de dívidas, o agronegócio brasileiro mantém seu dinamismo, demonstrando capacidade de superação e resiliência.&#8221;</i></h4>
<h4 data-path-to-node="22,1">— <b data-path-to-node="22,1" data-index-in-node="2">Francisco Clemente</b>, sócio-líder do setor de mídia e agronegócio da KPMG no Brasil.</h4>
</blockquote>
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			</item>
		<item>
		<title>Preço do arroz dispara 17% em julho e mercado aguarda impacto das compras do Governo Federal</title>
		<link>https://portaldacidademarilia.com.br/preco-do-arroz-dispara-17-em-julho-e-mercado-aguarda-impacto-das-compras-do-governo-federal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Airton/Ratinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2026 12:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[AGF Arroz]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Cotação Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Preco Do Arroz]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Safra 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cotação do arroz em casca no Rio Grande do Sul atinge R$ 70,19 por saca; setor avalia aquisição planejada de 310 mil toneladas pela Conab e monitora redução de excedentes Por Portal do Agronegócio &#8211; Publicado em 03/08/2026 09:10 &#8211; Foto:  O mercado brasileiro de arroz encerrou o mês de julho em forte ritmo de recuperação. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="6"><b data-path-to-node="6" data-index-in-node="0">Cotação do arroz em casca no Rio Grande do Sul atinge R$ 70,19 por saca; setor avalia aquisição planejada de 310 mil toneladas pela Conab e monitora redução de excedentes</b></p>
<p data-path-to-node="7"><strong>Por <i data-path-to-node="7" data-index-in-node="44">Portal do Agronegócio</i> &#8211; Publicado em 03/08/2026 09:10 <i>&#8211; </i>Foto: </strong></p>
<p data-path-to-node="8"><strong>O mercado bra</strong>sileiro de arroz encerrou o mês de julho em forte ritmo de recuperação. Impulsionado pela redução gradual dos estoques excedentes no mercado interno e pela maior dificuldade dos compradores em encontrar oferta disponível, o cereal acumulou alta expressiva nas principais praças de comercialização do país.</p>
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<p data-path-to-node="9">Segundo o Indicador Safras do arroz em casca no Rio Grande do Sul (base 58/62% de grãos inteiros, com pagamento à vista), a saca de 50 quilos fechou cotada a <b data-path-to-node="9" data-index-in-node="158">R$ 70,19</b>. O resultado representa um avanço semanal de <b data-path-to-node="9" data-index-in-node="212">4,17%</b> e uma valorização de <b data-path-to-node="9" data-index-in-node="239">17,37%</b> ao longo de julho, superando em <b data-path-to-node="9" data-index-in-node="278">1,43%</b> o patamar registrado no mesmo período do ano passado.</p>
<h3 data-path-to-node="11">Expectativa em torno da intervenção do Governo Federal</h3>
<p data-path-to-node="12">Além do ajuste natural entre oferta e demanda, a atenção da cadeia produtiva está voltada para a decisão do Governo Federal de adquirir <b data-path-to-node="12" data-index-in-node="136">310 mil toneladas de arroz</b> por meio do mecanismo de Aquisições do Governo Federal (AGF). Operada pela Companhia Nacional de Abastecimento (<b data-path-to-node="12" data-index-in-node="275">Conab</b>), a medida visa recompor os estoques públicos e garantir a segurança do abastecimento nacional.</p>
<p data-path-to-node="13">Apesar de ser vista como um suporte importante para sustentação das cotações, a iniciativa gerou cautela pela falta de detalhes operacionais. O setor produtivo aguarda definições cruciais, como:</p>
<ul data-path-to-node="14">
<li>
<p data-path-to-node="14,0,0"><b data-path-to-node="14,0,0" data-index-in-node="0">Regras de qualidade:</b> Quais variedades e padrões serão exigidos nas operações;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="14,1,0"><b data-path-to-node="14,1,0" data-index-in-node="0">Cronograma e velocidade:</b> Qual será o ritmo de execução dos leilões e compras;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="14,2,0"><b data-path-to-node="14,2,0" data-index-in-node="0">Preço de referência:</b> Se as aquisições utilizarão o preço mínimo da temporada atual (<b data-path-to-node="14,2,0" data-index-in-node="84">R$ 63,74 por saca</b>) ou a tabela atualizada para o próximo ciclo (<b data-path-to-node="14,2,0" data-index-in-node="148">R$ 68,07 por saca</b>).</p>
</li>
</ul>
<blockquote data-path-to-node="15">
<h4 data-path-to-node="15,0"><i data-path-to-node="15,0" data-index-in-node="0">&#8220;O mercado passa por um processo gradual de ajuste entre oferta e demanda. Contudo, a indefinição sobre o valor de referência da AGF pode levar produtores a reterem estoques, reduzindo a oferta imediata no mercado spot&#8221;</i></h4>
<h4 data-path-to-node="15,1">— <b data-path-to-node="15,1" data-index-in-node="2">Evandro Oliveira</b>, consultor da Safras &amp; Mercado.</h4>
</blockquote>
<h3 data-path-to-node="17">Balanço do Mercado de Arroz em Julho (RS)</h3>
<table data-path-to-node="18">
<thead>
<tr>
<td><strong>Indicador (Saca 50kg)</strong></td>
<td><strong>Valor Cotado</strong></td>
<td><strong>Variação Semanal</strong></td>
<td><strong>Variação Mensal (Julho)</strong></td>
<td><strong>Comparativo Anual (vs 2025)</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><span data-path-to-node="18,1,0,0"><b data-path-to-node="18,1,0,0" data-index-in-node="0">Arroz em Casca RS (58/62%)</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="18,1,1,0"><b data-path-to-node="18,1,1,0" data-index-in-node="0">R$ 70,19</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="18,1,2,0"><b data-path-to-node="18,1,2,0" data-index-in-node="0">+4,17%</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="18,1,3,0"><b data-path-to-node="18,1,3,0" data-index-in-node="0">+17,37%</b></span></td>
<td><span data-path-to-node="18,1,4,0"><b data-path-to-node="18,1,4,0" data-index-in-node="0">+1,43%</b></span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3 data-path-to-node="20">Exportações são vitais para o equilíbrio do setor</h3>
<p data-path-to-node="21">Outro pilar considerado fundamental pelos analistas para consolidar a trajetória de alta é a manutenção dos embarques para o exterior. Para a consultoria Safras &amp; Mercado, o fluxo contínuo de exportações ajudará a escoar a produção remanescente, evitando o acúmulo de excedentes antes da chegada da nova safra.</p>
<p data-path-to-node="22">Nas próximas semanas, a velocidade das compras governamentais e a resposta das vendas externas indicarão se o ciclo de valorização do arroz terá continuidade ou se passará por novas acomodações no mercado interno.</p>
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		<title>Preço da maçã cai nas Ceasas em abril, enquanto cenoura, cebola e tomate seguem em alta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Airton/Ratinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 18:27:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Abastecimento Atacadista]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Prohort]]></category>
		<category><![CDATA[Ceasa]]></category>
		<category><![CDATA[Cenoura Alta]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação de Frutas]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação de Alimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Preço da Maçã]]></category>
		<category><![CDATA[Preço dos Alimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 5º Boletim Prohort da Conab aponta recuo nos preços da maçã, alface e laranja no atacado. Por outro lado, a transição de safras e fatores climáticos impulsionaram forte valorização de hortaliças e da melancia nas centrais de abastecimento. Por Portal Agronegócios &#8211; Publicado em 26 de maio de 2026 às 15:27 O bolso do consumidor [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-path-to-node="3">O 5º Boletim Prohort da Conab aponta recuo nos preços da maçã, alface e laranja no atacado. Por outro lado, a transição de safras e fatores climáticos impulsionaram forte valorização de hortaliças e da melancia nas centrais de abastecimento.</p>
<p data-path-to-node="4"><strong>Por Portal Agronegócios &#8211; Publicado em 26 de maio de 2026 às 15:27</strong></p>
<p data-path-to-node="8">O bolso do consumidor brasileiro enfrentou um cenário de fortes contrastes no mercado de hortifrutis em abril. De acordo com o 5º Boletim do Programa Brasileiro de Modernização do Mercado Hortigranjeiro (Prohort), divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o preço da maçã registrou uma redução média ponderada de 8,06% no atacado. A queda foi puxada pelo avanço da colheita da variedade fuji, que elevou a oferta do produto nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) — em Goiás, a retração chegou a expressivos 35%.</p>
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<p data-path-to-node="9">A alface também quebrou a sequência de altas dos últimos meses e recuou 5,94% na média nacional, impulsionada pelas boas condições climáticas nas regiões produtoras. O recuo da folhosa foi liderado pelo Rio de Janeiro (-19,11%) e por São Paulo (-18,32%), principal polo produtor. Na contramão, a laranja operou em estabilidade, com leve baixa de 0,98%.</p>
<h3 data-path-to-node="11">Vilões do mês: Cenoura dispara quase 50% e melancia lidera as frutas</h3>
<p data-path-to-node="12">Se o setor de frutas de clima temperado e folhosas trouxe alívio, o grupo das hortaliças pesou no orçamento. A <b data-path-to-node="12" data-index-in-node="111">cenoura se consolidou como a maior alta do período, disparando 48,58% na média ponderada</b>, com picos de valorização nas centrais de Belo Horizonte e Vitória devido à pressão de demanda sobre as lavouras de Minas Gerais.</p>
<p><strong>Resumo das variações de preços nas Ceasas</strong></p>
<ul>
<li><strong>Cenoura (+48,58%)</strong>
<ul>
<li>Principal fator: forte demanda sobre a oferta mineira</li>
<li>Regiões mais impactadas: Belo Horizonte e Vitória</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Melancia (+24,36%)</strong>
<ul>
<li>Principal fator: redução generalizada da oferta</li>
<li>Regiões mais impactadas: Recife (+45%) e Goiânia (+44%)</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Cebola (+23,03%)</strong>
<ul>
<li>Principal fator: entressafra (safra de SC deve melhorar oferta)</li>
<li>Regiões mais impactadas: alta em todas as Ceasas</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Tomate (+12,55%)</strong>
<ul>
<li>Principal fator: transição entre safras de verão e inverno</li>
<li>Região mais impactada: Ceará (+23,66%)</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Batata (+12,53%)</strong>
<ul>
<li>Principal fator: menor oferta na transição de safras (Paraná)</li>
<li>Regiões mais impactadas: Curitiba e Goiânia</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p data-path-to-node="15">Entre as frutas, a melancia foi a exceção ao movimento de baixa, subindo mais de 24% em decorrência do encolhimento da oferta. Banana (+1,97%) e mamão papaya (+0,56%) também operaram em terreno positivo, sustentados pelo aquecimento do escoamento e menor disponibilidade, respectivamente.</p>
<h3 data-path-to-node="17">Exportações de frutas faturam mais de US$ 532 milhões</h3>
<p data-path-to-node="18">Se o mercado interno operou pressionado pelas hortaliças, o comércio exterior trouxe excelentes resultados para os produtores brasileiros no primeiro quadrimestre do ano passado (2025). O volume de frutas e hortaliças exportadas pelo Brasil cresceu 12%, gerando um faturamento total de <b data-path-to-node="18" data-index-in-node="286">US$ 532,3 milhões</b>.</p>
<p data-path-to-node="19">Somente no mês de abril, o país embarcou 456 mil toneladas de alimentos. Os principais destinos foram os mercados da Europa, Ásia e Estados Unidos, tendo como carros-chefes os embarques de maçã, melão, manga, melancia, abacate e banana.</p>
<p data-path-to-node="20">Em nota, a Conab reforçou o papel estratégico do monitoramento de mercado executado pelas Ceasas. Segundo a estatal, o aprimoramento da eficiência logística e o acompanhamento diário das oscilações atacadistas são fundamentais para mitigar os impactos da inflação de alimentos e garantir o equilíbrio no abastecimento até o consumidor final.</p>
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		<title>Safra de café do Brasil pode bater recorde histórico em 2026 com produção estimada em 66,7 milhões de sacas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Airton/Ratinho]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 20:06:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agro]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Café Arábica]]></category>
		<category><![CDATA[Café Conilon]]></category>
		<category><![CDATA[Conab]]></category>
		<category><![CDATA[Economia Agrícola]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação de Café]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Global]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Produtividade]]></category>
		<category><![CDATA[Safra de Café 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Segundo o 2º Levantamento da estatal, volume supera o recorde anterior de 2020; expansão de área cultivada e alta na produtividade sustentam o desempenho das lavouras Por Portal do Agronegócio &#8211; Publicado em 21/05/2026 às 17:05 A cafeicultura brasileira caminha para registrar um desempenho sem precedentes. A safra nacional de café em 2026 deverá alcançar o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h6 data-path-to-node="4">Segundo o 2º Levantamento da estatal, volume supera o recorde anterior de 2020; expansão de área cultivada e alta na produtividade sustentam o desempenho das lavouras</h6>
<p data-path-to-node="5"><strong>Por Portal do Agronegócio &#8211; Publicado em 21/05/2026 às 17:05</strong></p>
<p data-path-to-node="7">A cafeicultura brasileira caminha para registrar um desempenho sem precedentes. <b data-path-to-node="7" data-index-in-node="80">A safra nacional de café em 2026 deverá alcançar o recorde histórico de 66,7 milhões de sacas de 60 quilos</b>, de acordo com os dados oficiais do 2º Levantamento da Safra de Café, divulgado nesta quinta-feira pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O volume projetado representa um crescimento expressivo de 18% em comparação com o ciclo anterior.</p>
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<p data-path-to-node="8">Se as projeções se confirmarem ao longo da colheita, o resultado superará o teto histórico da série estatística da estatal, que pertencia ao ano de 2020, quando o país colheu 63,08 milhões de sacas. O salto produtivo é amparado por uma combinação de fatores técnicos e climáticos: o ciclo de bienalidade positiva do café arábica, a entrada em operação de novas áreas agrícolas e a ocorrência de chuvas favoráveis durante o desenvolvimento dos frutos.</p>
<h3 data-path-to-node="10">Avanço em Área, Produtividade e Análise por Variedade</h3>
<p data-path-to-node="11">O otimismo do setor não se restringe ao volume final. A engenharia agronômica do país aponta para ganhos de eficiência em campo. A área total destinada ao cultivo do grão cresceu 3,9%, atingindo 2,34 milhões de hectares — dos quais 1,94 milhão já estão em fase de produção e 401,7 mil hectares seguem em formação. Paralelamente, a produtividade média nacional deve alcançar 34,4 sacas por hectare, um avanço de 13% na comparação anual.</p>
<p data-path-to-node="12">No desmembramento por variedades, o comportamento das lavouras desenhou cenários distintos:</p>
<ul data-path-to-node="13">
<li>
<p data-path-to-node="13,0,0"><b data-path-to-node="13,0,0" data-index-in-node="0">Café Arábica:</b> Principal vetor de crescimento da safra, a variedade deve somar 45,8 milhões de sacas, disparando 28% frente ao ciclo passado. O avanço reflete o auge da bienalidade positiva e o clima favorável nas principais regiões produtoras, configurando a terceira maior safra de arábica da história do país;</p>
</li>
<li>
<p data-path-to-node="13,1,0"><b data-path-to-node="13,1,0" data-index-in-node="0">Café Conilon:</b> Demonstra estabilidade com viés de alta, estimado em 20,9 milhões de sacas (leve incremento de 0,8%). O aumento da área colhida (388,2 mil hectares) compensou a retração de 3,5% na produtividade média do conilon, fixada em 53,9 sacas por hectare.</p>
</li>
</ul>
<h3 data-path-to-node="15">Desempenho Regional: Minas Gerais na Liderança</h3>
<p data-path-to-node="16">No mapa da produção, <b data-path-to-node="16" data-index-in-node="21">Minas Gerais consolida sua posição como o maior estado produtor do país, com uma estimativa de colheita de 33,4 milhões de sacas (somando arábica e conilon)</b>. O número representa uma alta de 29,8% sobre o ciclo anterior, impulsionado pela excelente distribuição pluvial até março, o que garantiu uma granação vigorosa das plantas.</p>
<p data-path-to-node="17">O Espírito Santo mantém a segunda colocação nacional com 18 milhões de sacas (alta de 3%). O arábica capixaba vive forte recuperação (+27,9% em produtividade), compensando a queda de 4,2% no conilon local (13,6 milhões de sacas), que enfrentou temperaturas abaixo da média após uma base de comparação muito alta em 2025.</p>
<p data-path-to-node="18">Outros estados também registram balanços positivos: <b data-path-to-node="18" data-index-in-node="52">São Paulo</b>, focado exclusivamente no arábica, deve colher 5,9&#8230; milhões de sacas (+24,6%); a <b data-path-to-node="18" data-index-in-node="145">Bahia</b> projeta 4,7 milhões de sacas (+5,9%); e <b data-path-to-node="18" data-index-in-node="191">Rondônia</b>, apoiada na renovação de cafezais por mudas clonais de alta performance, deve alcançar 2,8&#8230; milhões de sacas de conilon (+19,4%).</p>
<h3 data-path-to-node="20">Exportações em Queda e Cenário Internacional</h3>
<p data-path-to-node="21">Apesar do horizonte promissor para o segundo semestre, o comércio exterior do café brasileiro iniciou o ano travado pelo retrovisor das safras passadas. De janeiro a abril, os embarques somaram 11,5&#8230; milhões de sacas, o que representa uma queda de 22,5% em relação ao mesmo período de 2025, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC). O recuo é justificado pelo aperto nos estoques internos decorrente da oferta limitada dos últimos anos e da forte demanda externa. A expectativa do setor é de que o fluxo de exportação seja normalizado e acelerado a partir da entrada da nova safra no mercado.</p>
<p data-path-to-node="22">No ambiente global, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) estima um aumento de 2% na produção mundial de café (ciclo 2025/26), alcançando 178,8&#8230; milhões de sacas. Mesmo com a supersafra brasileira e o avanço global, analistas não preveem quedas bruscas nos preços internacionais. Os estoques mundiais continuam operando em níveis historicamente baixos, e o consumo global segue em ascensão, com projeção de alta de 1,3% para atingir a marca de 173,9&#8230; milhões de sacas, mantendo o mercado aquecido e valorizado.</p>
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