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	<title>Pandemia Archives - Portal da Cidade Marilia</title>
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	<description>Portal de notícias de Marília e região. Acompanhe política, polícia, esportes, empregos e tudo que acontece na cidade.</description>
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	<title>Pandemia Archives - Portal da Cidade Marilia</title>
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		<title>Covid-19 não desapareceu e casos continuam ocorrendo, alerta médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Airton Guimes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 20:32:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Doença tem atingido principalmente crianças abaixo de 2 anos Flávia Albuquerque &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Publicado em 05/09/2025 &#8211; 15:26 O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Alberto Chebabo, alertou nesta sexta-feira (5) que casos de covi-19 no Brasil&#160;continuam ocorrendo.&#160; “Obviamente não com o mesmo impacto do período da pandemia, mas ela [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Doença tem atingido principalmente crianças abaixo de 2 anos</p>



<p class="wp-block-paragraph">Flávia Albuquerque &#8211; Repórter da Agência Brasil &#8211; Publicado em 05/09/2025 &#8211; 15:26</p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), Alberto Chebabo, alertou nesta sexta-feira (5) que casos de covi-19 no Brasil&nbsp;continuam ocorrendo.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1657249&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1657249&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Obviamente não com o mesmo impacto do período da pandemia, mas ela não desapareceu. No momento, vivemos um aumento de casos em várias cidades brasileiras”, disse em uma das mesas da 27ª Jornada Nacional de Imunizações, na capital paulista.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o mote&nbsp;<em>Vacinando gerações: um compromisso de todos</em>, o evento, organizado pela Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), contou com 90 atividades e palestrantes brasileiros e estrangeiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Chebabo, no momento a covid-19 atinge populações muito específicas, principalmente crianças abaixo de 2 anos de idade, que não foram expostas ao vírus e que, se não forem vacinadas, serão impactadas de forma semelhante ao que ocorreu na pandemia, aumentando o risco de complicação e de internação hospitalar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Hoje, dois terços das crianças internam. Em 2024, por exemplo, foram 82 óbitos de crianças. É um número bastante expressivo, considerando que são crianças acometidas por uma doença que é imune e prevenível por vacina”, alertou.</strong></p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-dd265aa4d70fb92d843a75428ee2d59d wp-block-paragraph" style="color:#11875b">📲<a href="https://chat.whatsapp.com/Kon1kEERtrGCMk9zZmVmQG"><strong>Participe do canal do Portal da Cidade de Marília no WhatsApp</strong></a><br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os idosos acima de 60 anos de idade também são uma população sensível aos riscos da covid-19, já que com o próprio envelhecimento do sistema imune, o organismo perde a capacidade de resposta e de proteção.&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Essa população é a de mais risco de complicações e óbito. A maior parte dos óbitos acontece na população dos mais idosos. As gestantes também estão no grupo dos mais suscetíveis e sua vacinação é importante porque também protege a criança até que ela tenha a idade para conseguir ser revacinada”, explicou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Chebabo ressaltou que para a maioria da população, a covid-19 é uma doença viral como as outras doenças virais que existem em circulação, e que nos quadros leves não faz diferença.&nbsp;<strong>Ele recomendou, como medida de saúde pública, testar a todos.</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>“Como estratégia de saúde pública, com os recursos financeiros que temos, talvez ela não seja importante para a maioria da população, mas para alguns grupos é fundamental. Então, para os idosos, para os imunossuprimidos, para reduzir o risco de complicações, internação hospitalar e morte, a testagem é fundamental”, defendeu.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso dos grupos que já foram vacinados e têm menor risco de complicações, Chebabo recomenda como medida individual, caso a pessoa queira, fazer o teste na farmácia ou no laboratório. A ação vale para avaliar uma possível associação em caso de complicações futuras, facilitando o entendimento do quadro de saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vacinas combinadas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o professor de epidemiologia na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) Expedito Luna, a comunidade científica tem discutido a possibilidade de combinar a vacina contra influenza com a vacina contra a covid-19, o que permitiria que as pessoas ficassem imunizadas com apenas uma vacina. Entretanto, segundo ele, alguns obstáculos ainda apontam que, por enquanto, ainda não há essa possibilidade.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“No caso da gripe, as vacinas são atualizadas todo ano. Para o mundo, duas vezes por ano, porque tem uma vacina para o Hemisfério Sul e outra para o Hemisfério Norte. Esse processo foi pactuado entre a Organização Mundial da Saúde, de forma que, mesmo com indústrias diferentes, concorrentes entre si, elas produzem a mesma vacina todo ano, porque elas seguem a recomendação de composição da vacina que é padronizada pela OMS”, explicou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com Luna, o vírus do SARS-CoV-2 tem uma taxa de mutação muito alta, assim como o vírus da influenza, porém na influenza já se conhece o comportamento, que é sazonal, permitindo que a vacinação seja feita antes do período de maior incidência.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Com relação à covid-19, tudo isso é muito recente e o dado mundial nos mostra que ela ainda não tem esse comportamento sazonal claro. Aqui no Brasil, estamos vendo dois picos no ano. Então, não valeria a pena termos uma vacina que tem as duas coisas juntas, quando os vírus ocorrem separadamente”, observou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Luna lembrou que a política atual do Ministério da Saúde recomenda para os grupos de risco para a covid-19 duas doses da vacina por ano, uma a cada 6 meses, o que seria complicado se a vacina fosse combinada.</strong>&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Com essas evidências, se estivesse na posição de decidir pelo Brasil, eu decidiria não usar a vacina combinada, continuar com as duas separadas, que dá mais oportunidades de ganhos tanto para uma quanto para outra”, disse.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Dados recentes da Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica (Abramed), que reúne empresas responsáveis por mais de 85% do volume de exames realizados na saúde suplementar do Brasil, apontam aumento dos casos de covid-19 no país nas últimas dez semanas de referência. O índice de positividade chegou a 13,2%, o maior desde março deste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo o patologista clínico e líder do Comitê Técnico de Análises Clínicas da Abramed, Alex Galoro, a alta da covid-19 é explicada pela queda natural dos anticorpos e pelo surgimento de variantes, mesmo em uma população já imunizada.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">“As infecções respiratórias têm comportamento cíclico, influenciadas pela transmissibilidade e pela imunidade da população. O inverno favorece aglomerações em ambientes fechados, o que aumenta a transmissão. Porém, a imunidade, gerada por infecções prévias e pela vacinação, ajuda a evitar grandes aumentos”, explicou.</p>



<p class="has-text-color has-link-color wp-elements-dd99c366aff940e084d295a8c7446058 wp-block-paragraph" style="color:#0e7851"><strong>Leia mais </strong><strong>📲</strong><a href="http://portaldacidademarilia.com.br/"><strong>http://portaldacidademarilia.com.br/</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Aprendizagem na educação básica ainda não retomou níveis pré-pandemia</title>
		<link>https://portaldacidademarilia.com.br/aprendizagem-na-educacao-basica-ainda-nao-retomou-niveis-pre-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Airton Guimes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 11:26:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Mundial da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Básica]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Fundamental]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo analisou desempenho de alunos em matemática e português Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil &#8211; Publicado em 28/04/2025 &#8211; 06:15 A pandemia de covid-19 ainda impacta a educação brasileira. Embora os níveis de aprendizagem tenham avançado nos últimos anos, o país ainda não conseguiu retomar os patamares de 2019. Além disso, as desigualdades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Estudo analisou desempenho de alunos em matemática e português</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil &#8211; Publicado em 28/04/2025 &#8211; 06:15</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pandemia de covid-19 ainda impacta a educação brasileira. Embora os níveis de aprendizagem tenham avançado nos últimos anos, o país ainda não conseguiu retomar os patamares de 2019. Além disso, as desigualdades que já estavam presentes foram acentuadas. É o que mostra o estudo Aprendizagem na Educação Básica: Situação Brasileira no Pós-Pandemia, divulgado nesta segunda-feira (28), pelo Todos Pela Educação.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1640345&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1640345&amp;o=node"></p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo foi feito com base nos resultados do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), aplicado para estudantes do 5º e do 9º ano do ensino fundamental e do ensino médio para avaliar o desempenho em matemática e língua portuguesa. Em todas as etapas, os resultados de 2023&nbsp;ainda não chegaram aos níveis atingidos em 2019.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>No 5º ano do ensino fundamental, em 2023, 55,1% dos estudantes tinham aprendizagem adequada em língua portuguesa e 43,5%, em matemática. Esses índices eram de 56,5% e 46,7% em 2019, respectivamente;</strong></li>



<li><strong>No 9º ano do ensino fundamental, em 2023, 35,9% dos estudantes tinham aprendizagem adequada em língua portuguesa e 16,5% em matemática. Em 2019, essas porcentagens eram 35,9% e 18,4%;</strong></li>



<li><strong>No ensino médio, 32,4% dos estudantes alcançaram aprendizagem adequada em língua portuguesa e 5,2% em matemática em 2023. Antes da pandemia, em 2019, eram 33,5% e 6,9%, respectivamente.</strong></li>
</ul>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Se os desafios já eram grandes antes da pandemia da covid-19, o contexto atual torna ainda mais urgente o fortalecimento de políticas públicas focadas na recomposição das aprendizagens e na redução das desigualdades, garantindo o direito à educação de qualidade para todos”, diz o estudo.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A publicação mostra ainda que as desigualdades educacionais entre diversos grupos raciais e socioeconômicos&nbsp;e entre as unidades da federação, que já eram evidentes antes da pandemia, ou persistiram ou mesmo se aprofundaram.&nbsp;</strong>As desigualdades raciais na aprendizagem, por exemplo, destacadas no estudo, em 2023 eram maiores que em 2013.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2013, a diferença no percentual de estudantes do&nbsp; 5º ano do ensino fundamental com aprendizagem adequada entre brancos/amarelos e pretos/pardos/indígenas foi de 7,9 pontos percentuais em língua portuguesa e 8,6 pontos percentuais em matemática. Em 2023, após a pandemia, essas diferenças cresceram para 8,2 pontos percentuais e 9,5 pontos percentuais, respectivamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No final da educação básica, no ensino médio, as desigualdades também persistem. A diferença entre brancos/amarelos e pretos/pardos/indígenas em língua portuguesa passou de 11,1 pontos percentuais, em 2013, para 14 pontos percentuais em 2023. Em matemática, no mesmo período, passou de 4,4 pontos percentuais para 3,9.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dia Mundial da Educação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A divulgação do estudo marca o Dia Mundial da Educação, comemorado em 28 de abril. A data foi definida após o Fórum Mundial de Educação em Dakar, Senegal, do&nbsp;qual participaram 164 países, incluindo o Brasil, que se comprometeram com o desenvolvimento da educação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Junto ao Todos pela Educação, o Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional (Iede)&nbsp;disponibilizou dados sobre a aprendizagem em matemática, também com base no Saeb, que evidenciam os desafios em se ensinar e aprender essa disciplina no país. Os dados detalhados podem ser consultados na<a href="https://qedu.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;plataforma QEdu</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2023, no 9º ano, 16% dos estudantes atingiram o aprendizado considerado adequado na disciplina. Em 2019, antes da pandemia, o índice era 18%, e, em 2021, 15%. Já no 3º ano do ensino médio, a porcentagem dos estudantes com aprendizado adequado mantém-se 5% desde 2021. As desigualdades também estão evidentes neste recorte. Entre os estudantes brancos, 8% tiveram aprendizado adequado em matemática; entre os pretos, 3%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As desigualdades aparecem também de acordo com o nível socioeconômico. Entre os mais ricos, 61% dos alunos têm aprendizado adequado em língua portuguesa no 5º ano do ensino fundamental. Entre os alunos mais pobres, esse percentual é 45%. Em matemática, são 52% contra 32%.</p>
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