Mulher sofreu violência física, psicológica e patrimonial durante a noite e só foi libertada pelo suspeito após realizar uma transferência bancária via Pix.
Por Social 9º BPM/I – Publicado em 28/09/2026 16:30
A Polícia Militar prendeu um homem em flagrante na manhã deste sábado (26) no município de Marília, acusado de manter uma mulher em cárcere privado e cometer atos de violência doméstica. A intervenção policial ocorreu após a vítima conseguir deixar o imóvel onde era mantida refém e acionar o atendimento de emergência pelo telefone 190.
Segundo as informações policiais, a equipe do 9º Batalhão de Polícia Militar do Interior (BPM/I) chegou rapidamente ao endereço indicado para garantir a integridade e a segurança da mulher. No local, os agentes prestaram acolhimento à vítima e ouviram os relatos sobre os abusos sofridos durante a noite.
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Violência física, psicológica e extorsão via Pix
De acordo com o registro da ocorrência, a mulher permaneceu retida e foi submetida a violência física, psicológica e patrimonial. O agressor condicionou a libertação da vítima à realização de uma transferência financeira, liberando-a somente após a efetivação de um pagamento via Pix.
Assim que se viu fora de risco imediato, a mulher pediu ajuda às autoridades. A equipe policial retirou a vítima do ambiente de vulnerabilidade, prestando os primeiros auxílios e promovendo os devidos encaminhamentos à rede de proteção do município.
Abordagem e autuação na Delegacia de Defesa da Mulher
Com base no relato, os policiais militares dirigiram-se à residência do suspeito, onde realizaram a abordagem e efetuaram a prisão do indivíduo.
O caso foi encaminhado para a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de Marília, onde a autoridade policial ratificou a voz de prisão em flagrante. O homem responderá pelos crimes de:
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Cárcere privado
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Violência doméstica
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Resistência
Orientação e canais de denúncia
A Polícia Militar reforçou o compromisso institucional de responder com celeridade aos chamados envolvendo violência contra a mulher. A corporação ressalta que nenhuma pessoa é obrigada a permanecer em um relacionamento e orienta que, ao menor sinal de violência, as vítimas ou testemunhas busquem auxílio imediato pelo telefone 190 ou junto à rede de proteção social.
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