Treinador utilizou contra a França cinco das oito caras novas convocadas para esta Data Fifa. Léo Pereira deve ser o único titular nos dois jogos; Endrick, Rayan e Kaiki aguardam chance
Por Cahê Mota — Orlando, EUA
Bremer – Um dos destaques da partida contra a França, mas mais pelo que foi capaz de apresentar no setor ofensivo do que propriamente na defesa. Lá atrás, soube se impor no jogo aéreo. A percepção da comissão técnica, porém, é de que precisa ser mais efetivo no jogo com os pés desde o campo de defesa, apesar de se reconhecer que esta influência é maior no campo de ataque. Fez um gol, quase outro e descolou ainda bom passe desperdiçado por Igor Thiago e Vini Jr. nos acréscimos. Deixou boa impressão, mas a tendência é que fique no banco diante da Croácia com a volta de Marquinhos
Léo Pereira – Jogou com uma lupa de boa parte dos torcedores e fez um bom jogo contra o provável melhor ataque do mundo entre seleções. Não se privou de arriscar passes verticais na saída de bola, e foi até criticado por isso no lance do gol de Mbappé. Admitiu que poderia ter tido um posicionamento corporal melhor para correr atrás do atacante francês. Demonstrou personalidade ao pegar a bola em cobrança de falta e não se privou de se expor quando necessário. Deve ser titular novamente contra a Croácia e foi elogiado por Ancelotti, juntamente com Bremer.
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Léo Pereira fala em entrevista coletiva — Foto: Leo Sguaçabia
Ibañez – Observado como titular nos treinos da semana, teve a oportunidade no decorrer da partida e improvisado na lateral direita. Por sinal, Ancelotti deu sinal claro de que é por jogar ali que está na briga por uma vaga na Copa do Mundo e voltou a testá-lo como titular na antevéspera da partida contra a Croácia. Nos 19 minutos que esteve em campo, demonstrou segurança em seu setor em um momento que o Brasil se debruçava no ataque em busca do empate. Ganhou um duelo aéreo e arriscou passes por dentro no campo de ataque. Tem sido monitorado muito de perto pela comissão.
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Ibañez em treino do Brasil — Foto: Léo Sguaçabia
Danilo Santos – Teve os mesmos 19 minutos em campo e foi uma das boas novidades da partida. Com o Brasil já com um a mais, conseguiu ser mais incisivo no campo de ataque do que Andrey Santos e demonstrou inquietude para levar o time ao empate. Cobrou a falta que resultou no gol de Bremer, tentou uma finalização de média distância e foi bem propositivo no campo de ataque. Acertou todos os cinco passes que tentou na construção ofensiva e também todas as tentativas de bolas longas. Foi tão bem que está sendo testado por Ancelotti para encarar a Croácia ao lado de Casemiro no meio de campo.
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Gabriel Sara em treino pela Seleção Brasileira — Foto: Rafael Ribeiro/CBF
Igor Thiago – Outro que teve 19 minutos em campo e tentou sustentar a bola no campo. Conseguiu dar profundidade ao time como referência. Por pouco não teve a chance de finalizar dentro da área em passe de Bremer no fim. Em coletiva, fez uma avaliação de sua atuação:
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Igor Thiago Brasil x França seleção Brasil — Foto: Brian Snyder/Reuters
– Fazendo uma autocrítica do meu jogo, acho que fiz uma boa partida. Entrei bem, com aquilo que o professor pediu para fazer dentro de campo: pressionar, dentro da área. Acho que fiz bem o meu papel. No segundo tempo a gente foi mais agressivo contra a França. Acho que fui bem – afirmou.
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