Com prevalência crescente em maiores de 60 anos, doença é o principal fator de risco para infartos e AVCs; alimentação e suplementação são aliadas no controle
Por Cristiane Pinheiro – Publicado em: 14/05/2026 às 17:40 – Foto – Magnific
O Dia Mundial da Hipertensão, celebrado em 17 de maio, acende um alerta sobre uma das doenças crônicas mais comuns e fatais da atualidade. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 30% da população adulta brasileira sofre de hipertensão arterial. O dado mais alarmante revela a letalidade da condição: aproximadamente 388 pessoas morrem por dia no Brasil em decorrência da pressão alta.
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A hipertensão ocorre quando os níveis da pressão sanguínea permanecem elevados de forma contínua, muitas vezes sem apresentar sintomas claros. Por ser uma “doença silenciosa”, o diagnóstico frequentemente ocorre apenas após episódios graves, como infartos, insuficiência cardíaca ou AVCs.
Fatores de Risco e Estilo de Vida
O avanço da doença na sociedade moderna está diretamente ligado a mudanças comportamentais e ao envelhecimento populacional. Entre os principais vilões estão:
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Consumo excessivo de sódio e má alimentação;
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Sedentarismo e obesidade;
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Estresse crônico e níveis elevados de ansiedade;
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Má qualidade do sono.
“Criar uma rotina de prevenção, acompanhamento médico e hábitos saudáveis é fundamental para preservar a saúde cardiovascular”, afirma Edmar Mothé, fundador da Bio Mundo.
Aliados na Prevenção
Além da prática regular de exercícios, a nutrição funcional e a suplementação orientada têm ganhado espaço como suportes ao equilíbrio do organismo. De acordo com a Bio Mundo, alguns nutrientes são fundamentais para auxiliar na saúde do coração:
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Ômega 3: Auxilia no controle dos níveis de colesterol e triglicerídeos.
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Coenzima Q10: Possui ação antioxidante e suporte à produção de energia celular.
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Magnésio: Mineral essencial para as funções musculares e neuromusculares, ajudando no equilíbrio cardiovascular.
Monitoramento é a Chave
Especialistas reforçam que a prevenção não se trata apenas de controlar números em um aparelho, mas de uma mudança estrutural no estilo de vida. O acompanhamento médico periódico é indispensável, especialmente para pessoas acima de 60 anos, onde a prevalência da doença cresce significativamente.
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