Companhia reafirma plano de indenização e auxílio, mas recorrerá de sentença que exige reforma ou substituição das moradias interditadas
Publicado em – 27/02/2026 – 15h49
A Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) informou que vai recorrer da decisão judicial que obriga a reforma ou substituição dos prédios interditados do Conjunto Habitacional Paulo Lúcio Nogueira, em Marília. Apesar do recurso, a estatal afirma que mantém a proposta apresentada aos ex-moradores, que prevê indenizações e medidas de apoio financeiro.
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O conjunto, com 880 apartamentos, foi desocupado em 2023 após perícia apontar graves problemas estruturais e risco de desabamento. Desde então, cerca de 733 famílias recebem auxílio-moradia de R$ 1 mil mensais, custeado em partes iguais pelo Estado e pela Prefeitura.
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A decisão da 3ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo determinou prazo de um ano para execução das obras, sob pena de multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento. A CDHU, no entanto, defende que o plano de medidas já apresentado é suficiente para atender às famílias removidas, incluindo indenizações que podem chegar a R$ 60 mil.
Enquanto o processo segue em tramitação, os moradores continuam recebendo o aluguel social até que haja solução definitiva para o caso.
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