Empresas pediam aumento para R$ 7,36, mas órgão deliberativo manteve valor atual; administração municipal afirma que foco é melhorar o serviço.
Publicado em 08 de abril de 2026 — 14h12
O Sistema Auxiliar de Fiscalização (SAF) rejeitou, nesta terça-feira (7), o pedido das concessionárias Grande Marília e Viação Sorriso para reajustar a tarifa do transporte coletivo urbano. As empresas solicitavam aumento de 28%, elevando o valor dos atuais R$ 5,75 para R$ 7,36.
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Apesar da decisão, a palavra final cabe ao prefeito Vinicius Camarinha (PSDB). Segundo o presidente da Empresa Municipal de Mobilidade Urbana de Marília (Emdurb), Paulo Alves, a prioridade da gestão é a reestruturação do sistema, e não o reajuste imediato. “A decisão significa um alívio no orçamento do trabalhador. O foco agora é melhorar o serviço oferecido”, afirmou.
Durante a reunião, o SAF também discutiu ajustes em linhas que atendem bairros como Montana, Maracá, Jardim Bandeirantes e o campus universitário, além de medidas para operação nos fins de semana. Entre as deliberações, foi recomendado ampliar a oferta de ônibus para estudantes do Univem e realizar estudo para atender o condomínio Terras de Santana.
As concessionárias, por sua vez, apresentaram alternativas para equilibrar o contrato, incluindo subsídio municipal para gratuidades — que representam 38% da demanda — e redução de viagens em horários de baixa procura. Também solicitaram ajustes em itinerários e criação de novas linhas.
Os contratos atuais de concessão seguem válidos até dezembro de 2026, com possibilidade de prorrogação por mais um ano, devido a processos judiciais envolvendo a antiga prestadora do serviço.
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