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Da viola à guitarra, Sandro Dhiacanga conquista Barretos com talento, carisma e emoção

Da viola à guitarra, Sandro Dhiacanga conquista Barretos com talento, carisma e emoção

Em sua 16ª participação consecutiva na Festa do Peão de Barretos, artista cantou o Hino Nacional e clássicos, além da música country “White Horse” na Arena do Rodeio, reafirmando uma trajetória construída com autenticidade e paixão pela música

Por Redação – Publicado em 29/08/2026 – 10:25

Para um artista que carrega a viola caipira como extensão da própria alma, tocar na Arena do Rodeio de Barretos não é apenas subir a um palco. É viver, mais uma vez, um capítulo especial de uma história construída com música, emoção e uma ligação profunda com o público.

No domingo (23/08), Sandro Dhiacanga voltou à arena principal da Festa do Peão de Barretos para mais uma apresentação marcante. E não foi uma participação qualquer. Pelo 16º ano consecutivo, o artista levou seu talento ao maior palco do rodeio brasileiro, transitando entre a força da tradição sertaneja e a versatilidade de quem sabe conversar musicalmente com diferentes públicos.

Na viola caipira, Sandro executou clássicos e emocionou a arena com sua interpretação. Em outro momento, mostrou uma nova faceta ao assumir a guitarra para cantar “White Horse”, canção country que ganhou ainda mais impacto diante da grandiosidade do cenário de Barretos.

A viola como ponto de partida

O instrumentista executou o Hino Nacional Brasileiro utilizando a viola caipira.

Nascido em Bauru e residente em Ribeirão Preto (SP) há muitos anos, Sandro passou parte importante da infância em Iacanga, cidade que se tornou tão presente em sua história que acabou inspirando seu nome artístico. Dhiacanga é, de certa forma, uma homenagem afetiva às origens e ao lugar que ajudou a moldar sua identidade.

Autodidata, aprendeu a tocar sozinho e, com o passar dos anos, transformou a curiosidade pelos instrumentos em profissão e propósito de vida. Hoje, cantor, compositor e multi-instrumentista, construiu uma carreira marcada pela dedicação e pela versatilidade.

Mas, entre tantos instrumentos, é a viola caipira que ocupa um lugar especial. É nela que Sandro encontra parte de sua essência artística. Cada execução ele carrega técnica e sentimento. A viola, em suas mãos, preserva a memória da música de raiz, mas também ganha novos caminhos, dialogando com repertórios e sonoridades que aproximam tradição e contemporaneidade.

Barretos, um encontro que se renova

Sandro Dhiacanga se apresenta na Arena do Rodeio em sua 16ª participação em Barretos.

Para muitos artistas, se apresentar em Barretos é a realização de um sonho. Para Sandro Dhiacanga, tornou-se também uma relação construída ao longo do tempo.

São 16 participações consecutivas na Festa do Peão, uma marca que demonstra não apenas longevidade, mas uma conexão consolidada com o universo do rodeio e da música sertaneja.

Nesta edição, além de sua apresentação musical, o artista também executou o Hino Nacional Brasileiro na viola caipira e interpretou o hino dos Estados Unidos, momentos que reforçaram sua versatilidade diante de uma das arenas mais emblemáticas do país.

A presença em Barretos, no entanto, vai além do compromisso profissional. Há uma emoção especial em retornar ao mesmo lugar ano após ano, encontrando um público que conhece, acompanha e se identifica com sua arte.

Carisma que aproxima

Além do sertanejo, o repertório de Sandro inclui sucessos de Elvis Presley, Beatles e Creedence.

Sandro Dhiacanga tem uma característica que não se aprende em conservatórios: a capacidade de criar proximidade. No palco, sua presença é intensa. Fora dele, o artista carrega a simplicidade de quem valoriza os encontros, as histórias e as pessoas que fazem parte do caminho.

É essa combinação entre talento e humanidade que ajuda a explicar a conexão que construiu ao longo dos anos. Sandro não se limita a executar músicas. Ele conversa com o público por meio delas, conduzindo cada apresentação com energia, sensibilidade e, principalmente, verdade.

Seu repertório também acompanha essa identidade plural. Há espaço para as modas de viola, para os clássicos sertanejos, para influências de grandes nomes da música brasileira e para suas próprias composições.

Com mais de 180 músicas autorais, Sandro possui uma produção artística que revela outra dimensão de sua carreira: além de intérprete e instrumentista, é também um criador.

Gravação do DVD no Theatro Pedro II marcou a transição da carreira das arenas para os teatros.

Das arenas aos grandes teatros

A trajetória do artista não ficou restrita aos rodeios. Acostumado a se apresentar em eventos ligados ao agronegócio, leilões, encontros corporativos e diferentes celebrações, Sandro também levou sua música para grandes teatros. Um dos momentos marcantes dessa caminhada aconteceu no Theatro Pedro II, em Ribeirão Preto, cenário escolhido para a gravação do DVD “Das Arenas para os Palcos do Brasil”.

O projeto simboliza justamente essa amplitude de sua carreira. De um lado, a poeira, a energia e a grandiosidade das arenas. De outro, a sofisticação e a atmosfera intimista dos grandes palcos.

No DVD, Sandro recebeu participações especiais, entre elas a dupla Rionegro & Solimões, com quem gravou a canção “Solidão de Amigos”. Ao longo de sua trajetória, também acumulou encontros e momentos ao lado de importantes nomes da música brasileira, como Sérgio Reis, Renato Teixeira, César Menotti & Fabiano e outros.

Sandro interpreta em seus shows um repertório bem eclético incluindo Canções Country , Clássicos mundiais de Elvis Presley,  Beatles,  Creedence entre outros.

Essa capacidade de circular por diferentes ambientes sem perder a própria identidade é uma das marcas do artista.

Um verso para Galvão Bueno

Autodidata, o cantor e compositor possui mais de 180 músicas autorais catalogadas.

A edição de 2026 também reservou encontros especiais fora da arena. Durante sua passagem por Barretos, Sandro esteve com o narrador esportivo Galvão Bueno e preparou um momento musical em homenagem a uma das vozes mais conhecidas do país. O artista fez um verso especial e executou um trecho do Hino Nacional, em um encontro que reuniu duas formas diferentes de expressão, ambas marcadas pela emoção e pela identidade brasileira.

Sandro também participou de um evento particular que contou com a presença do senador Flávio Bolsonaro, ampliando ainda mais a agenda de compromissos durante a festa.

Mas, entre tantos encontros, fotos e compromissos, foi novamente a música que ocupou o centro de sua passagem por Barretos.

 Nova fase no horizonte

Depois de mais uma participação na maior festa do peão da América Latina, Sandro Dhiacanga segue olhando para frente. O artista mantém três projetos musicais em andamento e prepara uma nova fase para 2027. Os planos indicam continuidade, mas também renovação — característica de quem respeita profundamente as próprias raízes sem se acomodar nelas.

Afinal, a trajetória de Sandro parece ser construída justamente nesse equilíbrio. Ele olha para a viola e reconhece a história. Olha para o palco e encontra o presente. E, quando pensa no futuro, mantém o mesmo entusiasmo de quem um dia aprendeu sozinho a transformar instrumentos em voz.

Em Barretos, mais uma vez, essa história ganhou som. Teve viola caipira, guitarra, música country, clássicos, hinos e emoção. Mas, acima de tudo, teve Sandro Dhiacanga fazendo aquilo que parece definir sua caminhada: levando talento, carisma e coração para onde quer que sua música o conduza.

Acompanhe as novidades sobre a vida de Sandro Dhiacanga nas redes sociais: @sandrodhiacanga e www.sandrodhiacanga.com.br.

 

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