HBU, HC Famema e Santa Casa são autorizados a captar recursos para modernizar o tratamento de cancro e ampliar o acesso a exames de alta precisão.
Publicado em 14/01/2026 – 21:55
O Ministério da Saúde deu luz verde para que três das principais instituições de saúde de Marília iniciem a captação de recursos destinados a projetos de modernização tecnológica no combate ao cancro. A autorização beneficia o Hospital Beneficente Unimar (HBU), o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Marília (HC Famema) e a Santa Casa de Misericórdia, integrando as ações do programa federal “Agora Tem Especialistas”.
As propostas aprovadas visam não apenas a atualização do parque tecnológico, mas também a introdução de procedimentos inovadores que prometem maior eficácia e uma recuperação mais célere para os pacientes da região.
Destaques dos Projetos:
Cirurgia Robótica no HBU: O Hospital Beneficente Unimar recebeu autorização para o projeto “Precisão Robótica, Cuidado Humano”. Com um prazo de execução de 18 meses, a iniciativa foca-se na implementação de cirurgias oncológicas minimamente invasivas, especialmente voltadas para o tratamento do cancro da próstata, garantindo maior segurança e precisão nos procedimentos.
Modernização na Radioterapia (HC Famema): O projeto do HC Famema prevê a substituição de equipamentos de braquiterapia ginecológica já obsoletos por novas tecnologias. A renovação permitirá a continuidade e a melhoria dos tratamentos de radioterapia, com um cronograma de implementação de 24 meses.
Diagnóstico Avançado na Santa Casa: A Santa Casa de Marília foi autorizada a captar recursos para a aquisição de um novo tomógrafo computadorizado dedicado exclusivamente ao serviço de oncologia. O objetivo é reduzir a dependência de serviços externos e garantir diagnósticos por imagem mais rápidos e precisos para os pacientes em tratamento.
Captação e Prazos
A autorização permite que os hospitais procurem parcerias e doações através de incentivos fiscais para viabilizar os investimentos. Segundo o Ministério da Saúde, estes projetos são fundamentais para reduzir as filas de espera e descentralizar o acesso a tecnologias de ponta no interior paulista.
As instituições agora iniciam a fase de mobilização de recursos para cumprir os cronogramas estabelecidos, que variam entre 18 e 24 meses para a plena operação dos novos serviços.


