A chegada do frio eleva a busca pela lavagem de edredons, mantas e casacos pesados. Além de prolongar a vida útil dos tecidos, a higienização correta e o armazenamento adequado são armas fundamentais para proteger a saúde respiratória contra ácaros, fungos e crises de rinite.
Por Redação – Publicado em 29 de maio de 2026 às 10:15
O termômetro em queda livre sinaliza que é hora de abrir o guarda-roupa e resgatar as peças mais robustas do vestuário. No entanto, a transição para os dias frios exige uma atenção que vai muito além do conforto térmico. O manuseio, a lavagem e o armazenamento correto de casacos pesados, jaquetas, edredons e cobertores exercem um impacto direto na conservação dos tecidos e, principalmente, no bem-estar e na saúde respiratória de toda a família, blindando o lar contra ácaros, fungos e incômodas crises de rinite alérgica.
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De acordo com Nerivalda Lima, treinadora da OMO Lavanderia, a procura por higienização profissional nas unidades da rede costuma registrar um salto expressivo de 20% a 30% durante as temporadas de baixa temperatura. Para te ajudar a preparar a casa e as roupas para enfrentar a estação com segurança, a especialista elencou sete orientações fundamentais.
Os 7 mandamentos da conservação no inverno
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1. Antecipe a higienização das peças: Não espere o inverno congelante se consolidar para lavar as peças. O cenário ideal é realizar a limpeza profunda de mantas, casacos e edredons cerca de 15 dias antes do início da estação. Isso evita usar peças que passaram meses confinados acumulando poeira e microrganismos;
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2. Abandone de vez os sacos plásticos: Embora pareçam práticos para vedar as roupas, os sacos plásticos impedem a circulação de ar. O tecido “sufocado” retém a umidade natural do ambiente, o que favorece o surgimento de manchas amareladas irreversíveis e focos de bolor;
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3. Adote capas protetoras de TNT: Para armazenar ternos, sobretudos e blusas estruturadas, dê preferência aos sacos de TNT (tecido não tecido). Eles barram a poeira, mas possuem poros que permitem a ventilação do tecido, reduzindo também o atrito abrasivo entre as peças e a formação de bolinhas;
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4. Olho vivo com lã, tricô e cashmere: Malhas finas e tecidos nobres sofrem desgastes severos não só na máquina, mas no uso diário. O atrito constante com alças de bolsas, mochilas e cintos de segurança pode romper os fios e gerar bolinhas. O cuidado deve ser redobrado na hora de lavar, utilizando ciclos para roupas delicadas;
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5. Ventile os armários e closets: Crie o hábito simples de abrir as portas dos guarda-roupas e gavetas por algumas horas durante o dia. Essa rotina areja o espaço interno, dissipa focos de umidade e quebra o ciclo de proliferação de fungos e o famoso “cheiro de guardado”;
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6. Intensifique a troca de toalhas de banho: Com o clima frio e úmido, as toalhas demoram muito mais tempo para secar completamente no varal. A recomendação sanitária para evitar o acúmulo de bactérias e mau odor é substituir a toalha de banho por uma limpa a cada três usos;
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7. Avalie a necessidade de lavagem profissional: Itens volumosos (como edredons king size e cobertores de pelo) ou tecidos de alfaiataria fina respondem melhor ao tratamento de lavanderia. O processo profissional avalia individualmente a tolerância da fibra à temperatura da água, produtos químicos e nível de centrifugação.
O valor do cuidado técnico
Investir em cuidados específicos para o guarda-roupa de inverno reflete em economia e sustentabilidade a longo prazo. “A lavagem profissional vai além da limpeza estética. O cuidado envolve preservar a durabilidade, a estrutura, a cor e a qualidade daquela peça que, muitas vezes, acompanha a pessoa por anos. O objetivo é que ela volte ao cliente da melhor forma possível”, conclui a especialista Nerivalda Lima.
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