Felipe Schmidt revela bastidores da luta do “Mão Santa” contra tumor cerebral e planeja eternizar acervo inédito de 30 anos deixado pelo pai
Por Redação Terra / Entrevista ao Fantástico – Publicado em 20/04/2026 – 10:27
A morte de Oscar Schmidt, ocorrida na última quarta-feira (17), deixou um vazio no esporte brasileiro, mas para a família, o sentimento é de gratidão por uma trajetória “roteirizada”. Em entrevista ao Fantástico neste domingo (19), seu filho, Felipe Schmidt, detalhou o difícil último ano do astro e o privilégio de ter vivido ao lado de uma lenda.
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O último desafio: A luta contra a doença
Oscar, que convivia com um câncer no cérebro há décadas, enfrentou complicações severas no último ano após uma terceira cirurgia para a retirada de um novo tumor.
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Resiliência: “Ele lutou demais, dava para ver que estava tentando”, relatou Felipe.
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Privacidade: A família optou por viver os últimos momentos de forma reservada. Oscar faleceu em casa após uma parada cardiorrespiratória.
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Despedida Íntima: Não houve velório aberto ao público, uma decisão tomada para preservar a esposa de Oscar, que estava muito abalada.
Um acervo de 30 anos para a eternidade
Oscar Schmidt não era apenas um colecionador de cestas; ele era um guardião da própria história. Felipe revelou que o pai deixou um acervo de gravações organizadas ao longo de quase 30 anos.
“Tudo isso ele fez pelo Brasil, pela seleção, pelo basquete. O mínimo que eu posso fazer é mostrar para as pessoas o quão grande ele foi”, afirmou Felipe, que planeja transformar o material em um legado para as futuras gerações.
Momentos Cinematográficos
Entre as memórias mais queridas, Felipe destacou o período em que jogou ao lado do pai no Flamengo, pouco antes da aposentadoria do “Mão Santa”. Foram sete partidas dividindo a quadra, algo que o próprio Oscar definia como “o maior presente da vida”.
A icônica camisa 14 — homenageada por Arrascaeta no Maracanã neste domingo — tornou-se o símbolo máximo dessa união entre talento e identidade nacional.
Repercussão no Esporte
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Neymar: Prestou homenagem nas redes sociais agradecendo pelo que Oscar fez pelo Brasil.
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Tadeu Schmidt: O jornalista e irmão de Oscar desabafou sobre a dificuldade de lidar com a perda.
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Corinthians: O clube também homenageou o craque, estampando o nome de Oscar na camisa 14 usada pelo volante Raniele.
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