Com necrotérios lotados, autoridades nepalesas autorizam sepultamentos sem identificação de corpos enquanto equipes de resgate buscam por 4.500 desaparecidos.
Por Redação Veja – Publicado em 01/09/2026 às 09:50 – Foto: PRAKASH MATHEMA/AFP
O número de vítimas fatais provocadas pelas violentas inundações e deslizamentos de terra que atingem o Nepal e o Tibete ultrapassou a marca de 1.000 mortos. A tragédia, provocada por chuvas extremas que devastaram vilarejos e infraestruturas na região do Himalaia, gerou um colapso imediato no sistema de saúde e no atendimento funerário local.
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Diante do cenário de emergência extrema e com os necrotérios completamente lotados, as autoridades nepalesas autorizaram o sepultamento e a cremação de corpos sem identificação prévia, visando conter riscos de contaminação e crises sanitárias.

Busca desesperada por desaparecidos Paralelamente aos sepultamentos de emergência, as equipes de resgate e voluntários mantêm esforços intensos para tentar localizar cerca de 4.500 pessoas que permanecem desaparecidas. O trabalho é dificultado pelo bloqueio de estradas, destruição de pontes e o terreno instável provocado pela lama. Várias comunidades do Nepal e das áreas montanhosas do Tibete continuam isoladas, dependendo do envio de suprimentos por vias aéreas.
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