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Carlo Ancelotti completa um ano na Seleção Brasileira e recebe os parabéns da CBF

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O treinador italiano celebra seu primeiro aniversário no comando da Amarelinha consolidado no cargo e com contrato renovado até 2030. Faltando apenas 17 dias para a Copa do Mundo, foco total se volta para o Mundial nos Estados Unidos.

Por Gazeta Espotiva – Publicado em 25 de maio de 2026 às 15:22 – Foto: Getty Images

O técnico Carlo Ancelotti alcançou uma marca significativa nesta segunda-feira (25) ao completar exatamente um ano na liderança da Seleção Brasileira. Sob os aplausos e congratulações institucionais da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), o comandante italiano celebra o aniversário focado na preparação final da Canarinho para a disputa da Copa do Mundo nos Estados Unidos, que tem seu início agendado para daqui a apenas 17 dias.

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25 de maio de 2025: o dia em que Carlo Ancelotti chegou ao Brasil para assumir o comando da maior Seleção do mundo

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Ancelotti foi contratado em um cenário de profunda turbulência e forte pressão popular. Ele se tornou o quarto profissional a assumir a prancheta técnica do Brasil neste ciclo pré-mundial, sucedendo as passagens de Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior. O europeu encontrou a equipe estacionada na quarta colocação da tabela de classificação das Eliminatórias Sul-Americanas, com 21 pontos somados.

Ao longo deste primeiro ano de trabalho de campo, o experiente treinador esteve à frente do banco de reservas em 10 partidas oficiais, divididas entre quatro compromissos válidos pelas Eliminatórias e seis confrontos amistosos. O balanço estatístico da “era Ancelotti” aponta cinco vitórias, dois empates e três derrotas, traduzindo-se em um aproveitamento técnico de 56,6% dos pontos disputados. A sua partida de estreia ocorreu no dia 6 de junho com um empate sem gols diante do Equador, enquanto a classificação matemática para o Mundial foi carimbada cinco dias mais tarde após um triunfo por 1 a 0 sobre o Paraguai.

Contrato estendido e aposta na espinha dorsal do elenco

Como demonstração contundente de confiança no projeto de longo prazo, a CBF anunciou no início do mês de maio a renovação contratual de Carlo Ancelotti até o ano de 2030, período em que o torneio mundial terá como sedes conjuntas a Espanha, Portugal e Marrocos. Com o novo acordo assinado, a tendência é que o italiano se junte a uma galeria seleta, tornando-se o terceiro treinador da história a comandar o Brasil em duas edições consecutivas de Copa do Mundo, feito antes restrito a Telê Santana (1982 e 1986) e Tite (2018 e 2022).

Neste período de testes e observações, Ancelotti promoveu uma ampla avaliação de mercado, convocando 51 jogadores diferentes. Diante da ausência clínica de Neymar, que se recupera de lesão, a responsabilidade pelo protagonismo técnico acabou pulverizada entre diferentes atletas. O principal artilheiro deste primeiro ano foi o jovem atacante Estêvão, autor de cinco gols em sete exibições. A joia paulista, contudo, desfalcará a delegação nos EUA em razão de uma contusão muscular na coxa.

Por outro lado, o pilar de sustentação tática e de vestiário seguiu centralizado na figura do experiente volante Casemiro, atleta do Manchester United que ostenta o maior número de minutos jogados sob a tutela do italiano, acumulando nove aparições. Paralelamente, nomes do calibre de Bruno Guimarães, Matheus Cunha e Luiz Henrique fincaram raízes nas listas de convocação. Ancelotti fez questão de preservar atletas de peso remanescentes do torneio do Catar, assegurando as presenças frequentes de Marquinhos, Lucas Paquetá e do craque Vinícius Jr. no ataque brasileiro.

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