HomeMaríliaPolos de dengue já realizaram maisde 20 mil atendimentos em 46 dias

Polos de dengue já realizaram maisde 20 mil atendimentos em 46 dias

Marília apresenta este ano redução no número de casos e de óbitos no comparativo com o mesmo período de 2024

Os três polos de atendimento aos pacientes com qualquer sintoma de dengue, implantados pelo prefeito Vinicius Camarinha no dia 10 de fevereiro, já receberam mais de 20.000 pessoas em 46 dias de funcionamento – até as 10h desta quinta-feira (27) foram 20.032 atendimentos, média de 435 atendimentos diários.

Do total, o polo central, que fica na sede da APCD (Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas), na Avenida das Esmeraldas, 1.001, e funciona 24 horas, realizou 14.301 atendimentos, representando 71,39%.

Em seguida vem o polo da zona Sul, que fica na UBS (Unidade Básica de Saúde) Nova Marília, com 3.694 pessoas atendidas (18,44%); e depois o polo da zona Norte, localizado na UBS Santa Antonieta, com 2.037 atendimentos (10,17%).

A secretária municipal da Saúde, Paloma Libanio, falou da importância dos polos de atendimento. “Na realidade o prefeito Vinicius Camarinha se antecipou ao perceber o aumento dos casos suspeitos e confirmados, instituindo esses polos, que vêm fazendo um grande trabalho em prol da nossa população. Isso tem sido fundamental para que a situação epidemiológica este ano seja melhor que a do ano passado comparando-se as semanas epidemiológicas entre esses dois períodos.”

COMPARATIVO

Na Semana Epidemiológica 13 de 2024, Marília tinha 4.908 casos confirmados e em 2025 são 4.723 nesse mesmo período, uma redução de 3,77%. E com relação aos óbitos confirmados nos mesmos períodos, a redução chega a 33,34% – foram 12 óbitos em 2024 contra oito deste ano.

“Isso comprova que todas as ações de combate ao Aedes aegypti que estão sendo realizadas têm sido exitosas. Mesmo todo o Estado de São Paulo atravessando essa situação epidêmica, Marília tem índices melhores do que no ano passado graças a essas ações, como a operação Cata Treco, as nebulizações costal e noturnas, os bloqueios de criadouros, o BRI (Borrifação Residual Intradomiciliar) e as instalações das Estações Disseminadoras de Larvicida, entre outras. E reiteramos o pedido para que a população faça também a sua parte, realizando a vistoria semanal em suas residências para eliminar qualquer recipiente que acumule águia, pois 75% dos focos estão nas nossas casas”, finalizou Paloma Libanio.

Fotos: Divulgação

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