Chave marcada pelo equilíbrio também reúne Coreia do Sul, África do Sul e República Tcheca; jogo de abertura do Mundial está agendado para o dia 11 de junho no icônico Estádio Azteca.
Por Agência Brasil – Publicado em 01/06/2026 às 09:00
O Grupo A da Copa do Mundo de 2026 promete ser um dos mais parelhos e imprevisíveis da primeira fase. Composto por México, Coreia do Sul, África do Sul e República Tcheca, o agrupamento terá a honra de sediar o pontapé inicial do maior evento de futebol do planeta. No dia 11 de junho, mexicanos e sul-africanos se enfrentam no histórico Estádio Azteca, na Cidade do México, a partir das 16h (horário de Brasília).
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O território mexicano concentrará a maior parte dos confrontos da chave, com partidas divididas entre o Estádio Akron, em Guadalajara, e o Estádio Gigante del Acero, em Monterrey. Apenas um dos duelos do grupo cruzará a fronteira rumo aos Estados Unidos, sendo sediado na cidade de Atlanta.
Como um dos países anfitriões do torneio, o México carimba sua 18ª participação em Copas do Mundo. Historicamente, os melhores desempenhos da seleção da América do Norte ocorreram justamente nos anos de 1970 e 1986 — ocasiões em que também exerceu o papel de sede —, quando a equipe alcançou a fase de quartas de final.
Sob a liderança técnica de Javier Aguirre, comandante veterano que já esteve à frente do elenco nos mundiais de 2002 e 2010, os mexicanos apostam no entrosamento coletivo. Sem grandes estrelas no cenário atual, o peso do favoritismo local recai sobre a bagagem internacional do atacante Raúl Jiménez, do Fulham, e do goleiro Guillermo Ochoa, que ostenta a marca de cinco Copas do Mundo no currículo.
Os adversários e as forças da chave
A África do Sul chega para o jogo de abertura carregando o status de seleção com menor rodagem em mundiais dentro do grupo. Sob a direção do treinador belga Hugo Broos, os Bafana Bafana disputam apenas a sua quarta edição de Copa do Mundo na história.
Para tentar avançar de fase de forma inédita, o esquadrão sul-africano se apoia no bom momento de atletas que defendem o Mamelodi Sundowns — clube que se destacou como surpresa na Copa do Mundo de Clubes de 2025 —, como o goleiro Ronwen Williams e o meio-campista Teboho Mokoena. No setor ofensivo, a referência técnica é o atacante Lyle Foster, que atua no Burnley, da Inglaterra.
A Coreia do Sul, por sua vez, vai para a sua 12ª participação na principal competição do futebol internacional. Os Tigres da Ásia repetem a fórmula de liderança de dez anos atrás com o técnico Hong Myung Bo, ex-jogador e ex-comandante da seleção sul-coreana na Copa de 2014, realizada no Brasil.
O plantel sul-coreano conta com peças valiosas que atuam nos principais centros esportivos do mundo. O principal ícone do futebol do país, Son Heung-min, agora defende o Los Angeles FC nos Estados Unidos após viver o auge técnico no Tottenham. Além dele, figuram como pilares da equipe o zagueiro Kim Min-jae, do Bayern de Munique, e o meia-atacante Lee Kang-in, jogador do Paris Saint-Germain.
A quarta força do Grupo A é a República Tcheca. Herdeira oficial dos números e das participações da antiga Tchecoslováquia, a seleção europeia ruma para a sua décima participação em Copas. Conduzida pelo experiente Miroslav Koubek, a equipe garantiu sua vaga na repescagem continental após eliminar Irlanda e Dinamarca em disputas de pênaltis. A grande referência técnica do time é o centroavante Patrik Schick, jogador do Bayer Leverkusen.
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